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Execuções e testes

Depois de montar o fluxo vêm as duas perguntas de sempre: “isso funciona?” e “o que aconteceu com aquele contato?”. As duas se respondem no mesmo lugar — o botão Testar, no topo do editor, e a seção Atividade, no trilho da esquerda.

O diálogo Testar automação, com o aviso, a escolha da versão e o alvo do teste

O teste roda o fluxo contra uma conversa ou um contato de verdade, mas com as ações de envio simuladas: nada chega ao cliente.

  • Canvas atual — o que está no editor agora, mesmo sem nunca ter sido salvo. É o padrão, e é o que torna possível conferir uma edição antes de decidir gravá-la.
  • Versão no ar — o que os seus contatos recebem neste momento. Só aparece quando já existe uma versão salva.

O que o diálogo pede depende do gatilho que você escolheu simular:

  • gatilhos de conversa pedem uma conversa;
  • gatilhos de contato pedem um contato;
  • quando a automação tem mais de um gatilho, você escolhe qual deles simular.

Sem alvo o teste roda mesmo assim, e os passos que dependem de conversa ou contato falham — que é justamente o que o teste tem a mostrar.

PassoNo teste
Enviar mensagem, Enviar e-mailsimulado — a saída do passo mostra o que teria sido enviado
Chamar webhooksimulado
Analisar com IAexecuta de verdade e consome créditos

Se o fluxo tiver pontos a corrigir, o teste nem chega a rodar: os erros voltam por passo e acendem no canvas, igual à validação de salvar.

A tela de Execuções, com a lista, o caminho percorrido no canvas e a linha do tempo dos passos

A seção Atividade guarda cada vez que a automação rodou. A lista traz quando, por qual gatilho, o status e o custo — execuções de teste aparecem com o selo Teste.

StatusO que significa
Na filacriada, esperando o motor pegá-la
Executandopercorrendo os passos agora
Aguardandoparada num passo Aguardar, até a hora de acordar
Concluídachegou ao fim do caminho
Falhouum passo quebrou; o erro aparece na linha do tempo
Canceladaencerrada por uma condição de saída do passo Aguardar

O motor confere a fila a cada minuto. Uma automação recém-disparada aparece aqui em segundos; uma que está esperando três dias volta a andar no minuto seguinte ao prazo.

Selecionada uma execução, o canvas mostra por onde ela passou, com os passos que não aconteceram apagados. É a resposta mais rápida para “por que o ramo foi para o lado errado”.

O desenho é sempre da versão em que aquela execução rodou, não do rascunho que está aberto no editor. Uma execução antiga continua legível depois de você reformar o fluxo.

Logo abaixo, Entrou por diz qual gatilho fez aquela execução começar — informação que importa quando a automação tem mais de um.

Passo a passo, com a hora, o status e — o que mais importa — a entrada e a saída de cada um, em JSON.

É aí que se descobre o que a IA realmente devolveu, o que a mensagem teria enviado ("simulated": true num teste) e por que um envio não aconteceu. Quando uma proteção de envio barra a mensagem, o passo não falha: ele é marcado como pulado e a saída traz o motivo, com um destes nomes:

MotivoO que aconteceu
contact_opted_outo contato pediu para não receber mais mensagens
conversation_snoozedquem atende adiou a conversa para depois
customer_awaiting_replyo cliente falou por último e está esperando resposta de vocês
frequency_capo contato já recebeu 3 mensagens automáticas nas últimas 24 horas
meta_window_closedpassaram-se 24h sem resposta e não havia modelo aprovado escolhido

A coluna Custo soma os créditos consumidos naquela execução. Na prática, é o custo dos passos Analisar com IA — os outros passos não consomem créditos.

O histórico morre com a automação. Excluir uma automação apaga junto todas as versões e todas as execuções dela. Se o histórico importa, desligue em vez de excluir.