Pular para o conteúdo

Criando uma automação

Montar uma automação são cinco movimentos: escolher o ponto de partida, arrastar os passos, configurar cada um, testar e ligar. Esta página percorre os cinco.

Em Automações, clique em Nova automação. O SquadOS pergunta como você quer começar:

O diálogo "Como você quer começar?", com as opções Começar do zero e Follow-up de conversa parada

  • Começar do zero — tela em branco. É o caminho para qualquer fluxo que não seja um follow-up.
  • Follow-up de conversa parada — já vem com o fluxo pronto: entra na conversa que ficou parada, manda três mensagens espaçadas e encerra. Dá para mudar tudo depois.

Seja qual for a escolha, a automação nasce desligada e com um nome provisório (Nova automação #1). Clique no nome, no topo do editor, para renomear.

O canvas começa vazio, e a única coisa que ele aceita primeiro é um gatilho:

O canvas vazio, com o convite "Arraste um passo aqui para começar" e a paleta de gatilhos à esquerda

Os passos entram por arraste, do painel da esquerda para a tela. Enquanto você arrasta, o canvas acende as vagas possíveis — solte numa delas. Soltar fora de uma vaga é cancelar: nada acontece e o fluxo continua como estava.

Com o fluxo montado, o editor fica assim:

O editor com o fluxo de follow-up montado: gatilho, três mensagens, duas esperas e o encerramento

Repare em três coisas do editor:

  • O trilho de ícones à esquerda tem as três seções: Editor (o canvas), Configurações (nome, reentrada, ativação) e Atividade (o histórico de execuções). É navegação de verdade — recarregar a página em “Atividade” devolve você em “Atividade”.
  • O cartão de cada passo resume o que está valendo: Parada há 23 horas, 2 dias, o começo do texto da mensagem. Você lê o fluxo inteiro sem abrir nada.
  • Desfazer e refazer funcionam no fluxo todo, com Ctrl+Z e Ctrl+Shift+Z.

Clique num passo e o painel de configuração abre à direita, dividido em faixas que você abre e fecha. Faixa fechada sempre resume o que está valendo — não é preciso abrir uma por uma para conferir.

Os campos são escritos como frase sempre que possível: em vez de um rótulo “Eventos” com uma lista de caixinhas, você lê “A automação começa quando a conversa é concluída e clica na parte destacada para trocar.

O detalhe de cada tipo de passo está nas páginas de gatilhos, ações e regras.

O botão Testar roda o fluxo que está no editor agora, mesmo sem nunca ter sido salvo. Os envios são simulados; nada chega ao cliente. É o jeito de conferir uma edição antes de decidir gravá-la.

O resultado do teste é o log: ao terminar, o SquadOS leva você para Atividade, onde a linha do tempo mostra o que cada passo recebeu e devolveu. Os detalhes estão em Execuções e testes.

Salvar cria uma versão nova, e é ela que passa a valer nas próximas execuções:

O diálogo "Salvar automação", avisando que a automação está desligada e a versão só roda depois de ligada

Se houver algo impedindo a publicação — um gatilho sem saída, um passo incompleto, uma variável que não existe naquele ponto do fluxo —, o diálogo lista os problemas e os passos correspondentes acendem no canvas. Corrija e salve de novo.

Com a versão salva, o interruptor do topo libera. Ligue e a automação passa a reagir de verdade.

O gatilho só enxerga a versão salva. Editar o canvas sem salvar não muda o que os seus contatos recebem — muda só o que você vê na tela.

O editor guarda o rascunho no seu navegador. Ao voltar, ele avisa e deixa você escolher:

Aviso "Encontramos alterações não salvas deste navegador", com as opções Descartar e Restaurar

Restaurar traz o fluxo de volta como estava; Descartar volta para a última versão salva. O rascunho é do navegador — quem abrir a mesma automação em outra máquina vê a versão salva.